As declarações da ministra da Educação de Angola, Luísa Grilo — que afirmou que "jovens que abandonam Angola devido à falta de condições sociais e económicas não fazem falta” — geraram uma onda de críticas, especialmente por parte de jovens na diáspora.
Com a perda do poder de compra, esmagadora maioria dos angolanos não tem possibilidade de adquirir bens valiosos, como casa e carro, nos próximos dois anos. E teme pela alta de preços no decurso de 2025.
Angola reduziu em 19% os óbitos por malária, entre 2022 e 2023, doença que continua a ser a principal causa de morbilidade e mortalidade no país, segundo o Ministério da Saúde.