Linhas Aéreas de Angola e o Sindicato de Pilotos de Linha Aérea (SPLA) chegaram, esta terça-feira, a acordo, após nova ronda de negociações, suspendendo a greve iniciada na sexta-feira (7).
Penteados compridos e alegados “cortes extravagantes” continuam a ser razões para os alunos perderem aulas nas escolas de Luanda, onde persiste a obrigatoriedade do corte de cabelo, para “salvaguardar a higiene”, mas também para evitar supostas “incitações à violência”.
A socióloga angolana Luzia Moniz considerou hoje que a proibição da entrada de alunos em salas de aulas devido ao uso de cabelo crespo ou comprido é uma forma de ‘apartheid’ que visa a “desafricanização” e viola direitos humanos.