Em comunicado, a embaixada anunciou que "indivíduos de má-fé, atuando de forma criminosa", apresentam-se falsamente como advogados, representantes legais ou fazendo-se passar pela embaixadora, alegando terem mandato para atuarem em nome desta.
Sob este pretexto, os indivíduos "solicitam transferências monetárias e o pagamento de diversas quantias, prometendo, em troca, a facilitação ou resolução de processos administrativos, consulares ou juridicos", refere-se no comunicado.
A embaixada salientou, por outro lado, que não mandatou qualquer advogado, procurador ou intermediário para solicitar pagamentos a particulares, explica que a instituição não recorre à referida prática para angariação de fundos ou realização de transações financeiras.
Segundo a missão diplomática, as mensagens em circulação nas redes sociais "são inteiramente falsas" e constituem uma prática ilícita de burla e usurpação de identidade, passível de "severo procedimento criminal à luz da legislação em vigor".
A todos os cidadãos angolanos e demais destinatários das referidas mensagens, a embaixada apela à "máxima prudência” e a não procederem pagamentos motivados por tais solicitações.
A Embaixada de Angola em França refere ainda que acompanha com profunda atenção o desenvolvimento desta situação e reserva-se o direito de acionar todos os mecanismos legais e judiciais para proteger a integridade institucional e defender os cidadãos lesados por estas "práticas inaceitáveis".

