O incidente provocou apenas danos materiais no casco, tendo sido atingido um dos tanques de lastro, que não continha petróleo já que a embarcação ainda não estava carregada, adiantou a mesma fonte à agência Lusa.
Segundo um comunicado divulgado pela Sonangol, o navio encontrava-se ao serviço da Stena Sonangol Suezmax Pool, 'joint-venture' entre a petrolífera angolana e a sueca Stena Bulk e os relatórios preliminares apontam para a ocorrência de uma explosão localizada na área do convés, quando a embarcação aguardava operações de carregamento.
"Toda a tripulação encontra-se em segurança, não havendo registo de feridos. O navio mantém-se estável e sob controlo operacional", adianta a Sonangol Trading & Shipping, acrescentando que os "procedimentos de segurança previstos foram prontamente ativados, estando em curso avaliações técnicas adicionais, em coordenação com as autoridades marítimas locais e as entidades técnicas competentes".
Segundo a imprensa internacional, o petroleiro foi abordado por uma pequena embarcação desconhecida à 01:20, hora local, de hoje, tendo-se ouvido, pouco depois, um forte estrondo.
O petroleiro tinha um contrato com a petrolífera estatal do Iraque, SOMO, e dirigia-se a um terminal iraquiano para carregar 80.000 toneladas métricas de combustível iraquiano, informaram uma fonte iraquiana e um agente marítimo.
A Guarda Revolucionária do Irão disse na quinta-feira que tinha atingido um petroleiro norte-americano na parte norte do Golfo e que o navio estava em chamas.

