A plenária desta quarta-feira motivou uma troca de galhardetes entre o partido que governa Angola e o maior partido da oposição, com o MPLA a desafiar a UNITA a apresentar "os seus grandes feitos" desde a conquista da Independência Nacional, em 1975, e a UNITA a responder que a Independência "não deve ser confundida com os objectivos políticos de quem está no poder" nem a soberania do povo "com a autoridade do Estado".
O Governo angolano disse hoje que em Angola existe liberdade de expressão a todos os níveis, nos media tradicionais, rádios, cadeias de televisão, jornais ou sites e ninguém é preso por expressar a sua opinião livremente.
A Assembleia Nacional votou, quarta-feira, a favor do diploma que autoriza o Presidente da República, enquanto Titular do Poder Executivo, a legislar sobre os princípios gerais relativos à aplicação da estrutura indiciária das tabelas salariais e dos subsídios ou suplementos remuneratórios da Função Pública.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) angolano decidiu hoje que os julgamentos e penas aplicadas a crimes de vandalização de bens públicos vão passar a ser divulgados nos meios de comunicação social.
O grupo parlamentar da UNITA defendeu hoje que a independência de Angola não deve ser confundida “com os objetivos políticos de quem está no poder” nem a soberania do povo “com a autoridade do Estado”.
O Parlamento de Angola está a investigar 24 deputados - 16 do MPLA e oito da UNITA - supostamente envolvidos num esquema de aluguer de viaturas protocolares, informou à DW fonte parlamentar que participa no processo.
O jornalista português, Ricardo Costa, pediu desculpas, em rede nacional, depois de acusar, sem provas, que a UNITA teria negociado os resultados das eleições gerais de 2022 com o MPLA em troca da institucionalização das autarquias.