O Governo angolano desmentiu, esta terça-feira, que tenha retirado ao antigo Presidente José Eduardo dos Santos o apoio institucional a que tem direito por Lei e o impedido de viajar para o exterior do país.
Os bispos católicos angolanos defenderam esta terça-feira “verdade, justiça e transparência” na preparação das eleições gerais, previstas para agosto próximo, e exortaram todos os cidadãos a participarem do processo com “alto sentido de responsabilidade” e a “evitarem absentismo”.
A Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) pede o boicote às eleições gerais em Angola e garante que não se vai render, ao mesmo tempo que defende negociações com Luanda, sob mediação internacional.
O antigo primeiro-ministro angolano e figura de grande estima no país, Marcolino Moco, diz ter visto muita gente a tentar comparar as eleições que tiveram lugar, no domingo, 30 de janeiro, em Portugal, com as que vão ter lugar, este ano, em Angola, sem tocar no nó górdio da questão.
A UNITA, maior partido da oposição angolana, felicitou, nesta segunda-feira, 31 de Janeiro, o Secretário-Geral do Partido Socialista de Portugal, António Costa, pela expressiva vitória, alcançada nas eleições legislativas ocorridas no domingo, 30 de Janeiro de 2022.
Manuel Fernandes, presidente da Convergência Ampla da Salvação de Angola, Comissão Eleitoral ( CASA-CE), mostrou-se bastante indignado devido o anúncio pelo Presidente da República e do MPLA, João Lourenço, relativamente ao aumento do salário mínimo Nacional e ajustamento do salário da função pública.
O MPLA tem medo de perder as próximas eleições em Angola e isso está criar uma situação tensa de pré conflito no país, disse o líder do Bloco Democrático (BD) Filomeno Vieira Lopes que apelou de novo a um diálogo com o governo.