Angola propôs, esta quarta-feira, um novo cessar-fogo entre o Governo da República Democrática do Congo (RDC) e o movimento M23, a vigorar a partir das 12h00 horas do dia 18 deste mês.
O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, destacou hoje como exemplos a tirar por Angola das eleições portuguesas os múltiplos debates entre candidatos, “com uma pluralidade absoluta” e num ambiente “completamente democrático”.
O maior partido da oposição desafia o Executivo a convidar os seus parceiros da União Europeia (UE) a enviarem observadores eleitorais para Angola no decurso do próximo processo eleitoral que terá lugar em finais de 2027.
O Tribunal Constitucional (TC) prevê introduzir, este ano, soluções de inteligência artificial para a detecção de fraudes digitais, no quadro da modernização dos sistemas eleitorais e de processamento de dados, um investimento avaliado em mais de 2,4 mil milhões de kwanzas, segundo o Plano Anual de Contratação da instituição.
Angola recebeu hoje mandato para dar início a consultas com todas as partes congolesas interessadas, para a criação de condições e realização do diálogo intercongolês, divulgou a Presidência da República angolana.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, elegeu o ano de 2026, como da consolidação da Ampla Frente Patriótica para a Alternância do poder em Angola,que "vai construir pontes entre ideias e pessoas".
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, pediu ao conselho da presidência, que integra militantes históricos do partido, "entrega absoluta", tendo em vista a preparação das eleições de 2027, uma vez que "não há tempo a perder".