Dois anos de presidência de João Lourenço em seis questões.
O presidente angolano aproveitou a sua deslocação aos Estados Unidos, onde participou na 74.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, para proferir uma intervenção no Council on Foreign Relations, um dos mais importantes institutos independentes de estudos de questões internacionais nos EUA, onde detalhou o processo de reformas em curso no seu país.
Os sobreviventes do 27 de Maio de 1977, em Angola, criticaram hoje a proposta de reconciliação nacional feita pelo Presidente angolano, acusando João Lourenço de não distinguir as vítimas da guerra civil das execuções dentro do partido no poder.
Fernando Pedro Gomes, líder de uma das alas da FNLA, acusou hoje o Tribunal Constitucional (TC) de inviabilizar o processo de reconciliação interna no partido, ao não reconhecer o congresso realizado por si, em Luanda.
Cerca de três em cada cinco angolanos têm acesso a uma fonte segura de água e a metas do Governo de atingir 76 por cento da população, em 2022, “não serão alcançadas”, refere um estudo de um instituto sul-africano.
O analista da consultora Capital Economics que segue a economia de Angola considerou hoje à Lusa que a maior parte do optimismo de que João Lourenço beneficiou quando chegou à Presidência está a desvanecer-se.
O Presidente de Angola defendeu hoje uma reformulação da composição do Conselho de Segurança das Nações Unidas, propondo a entrada de representantes africanos e sul-americanos para "refletir o justo equilíbrio geoestratégico mundial".