A dimensão da vitória do MPLA nas últimas eleições gerais (Agosto de 2012), cujos resultados foram considerados a nível internacional como merecedores de maior credibilidade do que os anteriores, em particular das legislativas e 2012, manteve praticamente intacta a autoridade de José Eduardo dos Santos, perante os sectores do MPLA que se vinham opondo à escolha de Manuel Vicente como vice-presidente e eventual sucessor, segundo um intelligence memo sobre a situação em Angola.
O chefe do Estado-maior adjunto para Educação Patriótica das Forças Armadas Angolanas, General Egídio de Sousa Santos "Disciplina" considerou hoje, nesta cidade, o Presidente da República, José Eduardo dos Santos uma verdadeira enciclopédia de sapiência, bem como uma figura emblemática e incontornável de todos os tempos.
Partidos da oposição angolana lamentaram o que dizem ser a falta de fiscalização parlamentar sobre as acções do executivo, mas o partido no poder diz ele próprio melhorou e intensificou essa acção.
A Casa-CE apelou ao presidente da Assembleia Nacional a não ser árbitro e jogador ao mesmo tempo quando o assunto for os debates parlamentares. A coligação acusou Fernando da Piedade Dias dos Santos de favorecer o seu partido, MPLA, o que atropela as leis e os regulamentos da Assembleia Nacional.
A Polícia Nacional deteve na manhã de hoje, 21, cinco jovens que tentavam protestar em solidariedade com as vítimas dos confrontos entre garimpeiros e autoridades policiais na Lunda Norte. Os detidos já se encontram em liberdade.
Cerca de novecentos mil militantes estão a ser controlados pelas estruturas do MPLA a nível da província de Luanda, no quadro do processo de revitalização em curso no partido, anunciou hoje, quinta-feira, o seu segundo secretário provincial, Jesuino Silva.
Órgãos de comunicação social do Estado usados “para minorar ou até diabolizar as acções da oposição”. Comícios da UNITA e Bloco Democrático (BD) infiltrados pelos serviços secretos e mesmo interrompidos por “militantes afectos ao regime, em conluio com agentes da autoridade”. Justino Pinto de Andrade, líder do BD, denunciou na abertura do 6º Conselho Nacional do partido o que qualifica de “cerco político e mediático à oposição”.