A oposição angolana diz que o novo Orçamento do Estado colocará "nas mãos" do Presidente mais de 15 mil milhões de euros para gestão direta, sem fiscalização. A concretizar-se, seria um "atentado ao Estado de Direito".
A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) acusa o Executivo angolano de colocar nas mãos do Presidente José Eduardo dos Santos, para gestão direta, sem fiscalização do parlamento, mais de 15 mil milhões de euros.