A UNITA, maior partido da oposição angolana, afirmou hoje, em comunicado, que ao fim de 40 anos de independência nacional os angolanos não viram as suas condições de vida melhoradas e que ainda há "discriminação" no país.
O Governo angolano reconheceu hoje que o país tem "muito por fazer", mas com razões para celebrar os resultados dos 40 anos de independência, alertando para a "oferta de primaveras" que resultaram em "infernos destruidores".
O Presidente angolano aludiu hoje à "ingerência" em assuntos de soberania para sublinhar que "na política não vale tudo" e assumir que se deve dar oportunidades à juventude, além de recusar críticas de corrupção no país.