A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana não aceitou o pedido da UNITA, maior partido da oposição, para anular a estrutura de apuramento de resultados aprovada pelo órgão eleitoral.
Organizações não-governamentais angolanas consideram que a primeira semana de campanha eleitoral em Angola defraudou as expectativas criadas nos cidadãos eleitores e apontam acusações mútuas, o uso da linguagem de ódio, o recurso ao passado de guerra e a falta de ética política como sendo a tónica dos discursos dos dirigentes dos partidos MPLA e UNITA.
O líder do MPLA, partido no poder em Angola e candidato às eleições disse hoje, em Luanda, que está atento aos problemas da juventude, a maioria da população angolana e que vai “determinar o curso” da disputa eleitoral.