O parlamento angolano rejeitou hoje apreciar um voto de protesto da UNITA (oposição), condenando o tratamento desigual e parcial dado aos partidos políticos e apontando “numerosas práticas antidemocráticas”.
Analistas ouvidos pela Lusa consideram que não faz sentido comparar o que existia no período colonial em Angola com o que foi feito desde a independência, em 1975, tendo em conta que os interesses eram diferentes.
A Comissão de Reconciliação em Memória das Vítimas de Conflitos Políticos (Civicop) disse hoje que não foi ainda formalmente notificada da retirada da UNITA do órgão, do qual não participaram hoje os representantes daquele partido.