Na publicação, intitulada “Pensar Angola”, o líder da UNITA sublinhou que o país precisa de garantir aos cidadãos a confiança de que o futuro não será condicionado por actos de arbitrariedade, defendendo uma governação baseada na justiça e na inclusão.
“Precisamos de um país onde o cidadão acorde com a certeza de que o amanhã lhe pertence. Que o seu futuro não será confiscado por um acto de arbítrio”, escreveu Adalberto Costa Júnior.
O dirigente político acrescentou que Angola deve afirmar-se como uma nação onde todos os cidadãos, independentemente da posição social ou política, sejam tratados de forma igual perante a lei.
“Precisamos de uma Angola onde todos, eu digo todos, do mais alto governante ao mais humilde cidadão, sejam verdadeiramente iguais perante a lei”, frisou.
Na mesma mensagem, o presidente da UNITA considerou que o fortalecimento do país representa uma questão de sobrevivência nacional, apelando à construção de uma Angola “grande para os angolanos, os de hoje e os que ainda não nasceram”.
As declarações surgem numa altura em que o debate político continua marcado por discussões em torno da governação, da transparência institucional e das perspectivas para o futuro do país.

