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Quinta, 04 Novembro 2021 06:25

General Furtado denuncia grupo "negacionista" que reduz esforço do Executivo no combate à Covid-19

O Ministro do Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República e coordenador da Comissão Multissetorial de combate à Covid -19, Francisco Pereira Furtado, denunciou nesta quarta-feira, 03 de Novembro, a existência no país, de um movimento negacionista que a todo custo tenta deitar por terra, a gestão bem conseguida pelo Governo, no combate à pandemia.

O ministro que falava à imprensa, disse que tal movimento, chega mesmo a evocar que é inconstitucional, o último Decreto Presidencial agora em vigor, tendo considerado que esta interpretação é bem o fim inconfesso deste movimento, cuja linguagem é contrária à campanha de vacinação no país.

Ainda em declarações, Francisco Furtado, após considerar tal campanha como negacionista, disse que o esforço do Executivo e da Comissão ao seu comando, visa somente o bem maior que parte pela protecção da vida dos cidadãos.

"Há alguma campanha negativa de desincentivo à vacinação, por parte dos negacionistas. Aquelas pessoas que acham que não devem tomar a vacina, muitas delas têm estado a passar mensagens negativas nas redes sociais para incentivar outras pessoas a não vacinarem e até chegando a considerar que o Decreto Presidencial em vigor desde o dia 31 de Outubro viola os direitos individuais dos cidadãos", disse Francisco Furtado.

O Executivo e em particular a Comissão Multissetorial, de acordo com o ministro, têm a responsabilidade de proteger a vida colectiva, pois, se por um lado há direito individual de cada um, por outro lado há também direitos colectivos.

"É por aí que nós temos que chamar atenção aos nossos cidadãos para que não se deixem levar por esta propaganda negativa, à alguma tendência de dizerem que inclusive há ilegalidade nos Decretos Presidenciais", apelou.

Para o ministro do Estado, não existe nenhuma ilegalidade nos Decretos Presidenciais, mas sim sensibilização das populações, no sentido de cuidarem-se porque o bem vida é o maior que todos têm.

Do ponto de vista do controlo epidemiológico, o coordenador da Comissão Multissetorial referiu que há cerca de menos de um mês havia o registo de mais casos positivos do que a presente data, tendo por isso encorajado aos cidadãos no cumprimento das medidas, no sentido de se reduzir significativamente a cadeia de transmissão do vírus.

Nestes termos, recordou que um dos pontos constantes do actual decreto é a obrigatoriedade do certificado de vacinação contra a Covid -19 ou um comprovativo do teste negativo, advertindo que a instituição pública ou privada que não cumprir será sancionada.

"Todas aquelas instituições que não cumprirem o Decreto Presidencial nº 257/21, estão sujeitas às condições explicitadas no decreto. Terão que ser realmente sancionadas com as multas previstas para poderem ganhar consciência de que temos que cumprir. Temos que cumprir porque senão, não estamos aqui a fazer absolutamente nada ", considerou Francisco Furtado.

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