O mundo parece estar pouco interessado nos acontecimentos no Burkina Faso. Mas o „país dos homens íntegros”, como os seus habitantes lhe chamam, tem uma lição para dar. Um comentário de Claus Stäcker
Estou em casa, cheguei há pouco da escola. Ando bué todos os dias de casa para a escola, da escola para casa, já está a ficar escuro, mas ainda dá para escrever umas linhas antes que chegue a noite.
“A imagem não basta ser boa, tem que ser competitiva. Imagem competitiva é aquela que: Gera negócios (Conquista clientes, acionistas, parceiros, fornecedores, etc.); Atrai, mantém e motiva os melhores profissionais; Consegue a boa vontade de certos públicos (abre portas, dá credibilidade a entidade, etc). Se a imagem é tida como boa, mas não dá o retorno mencionado, ela não é competitiva. A imagem tem que mostrar serviços, ter retorno.” (Imagem Empresarial, Roberto de Castro Neves, Ed. Mauad, 1998)
Em função do crédito mal parado e das irregularidades registadas nas contas do Banco Espírito Santo Angola (BESA), no passado dia 04 do mês de Agosto do ano em curso, a autoridade máxima e monetária do País, Banco Nacional de Angola (BNA), nomeou uma comissão de Administradores provisórios que tinham como objectivo principal garantir o saneamento das contas e o normal funcionamento do Banco, de forma a evitar um colapso no sistema financeiro devido o papel e relevância que o BESA desempenha no sistema bancário e financeiro Angolano.
O Novo Banco perdeu 80% do empréstimo (dado ao BESA), o que é difícil de ver como um sucesso.
O semanário “Nova Gazeta” (novagazeta.co.ao) dedicou na sua última edição uma matéria à governação de Luanda, na sequência das novas disposições adoptadas pelo Presidente da República relacionadas com a denominada “desconcentração administrativa” dos municípios que integram a província que alberga a capital do país.
A 16 de outubro, a Assembleia Geral da ONU escolheu cinco dos membros não permanentes do Conselho de Segurança para o biénio 2015-2016. Nada de muito especial, para quem conheça os rudimentos da composição daquele órgão das Nações Unidas e tenha algumas ideias sobre as competências que lhe estão cometidas.
Estamos praticamente no fim de 2014, ano que, segundo apontei no meu opúsculo "Angola: a terceira alternativa" (2012, p.81) o Presidente José Eduardo dos Santos indicava (poderia ser até antes em 2013) como do estabelecimento do poder autárquico. Escusado referir aqui o ponto da situação.