Estas reflexões, sobre alguns aspectos que, do meu ponto de vista, deveriam ser levados em consideração pela nova governação, com a finalidade de se criarem as condições para a inversão do processo de desaceleração estrutural do crescimento económico do País, são a continuação das apresentadas no dia 22 de Setembro.
Por Alves da Rocha
De um tempo a esta parte foram introduzidas no dicionário sociopolítico angolano duas novas palavras, por via das quais passaram a ser adjectivados os actores políticos, activos ou passivos, dependentemente das suas opções e/ou pronunciamentos políticos.
Por Carlos Calongo
Como será a coabitação dos dois pequenos grandes vencedores das eleições de 23 de Agosto de 2017 – a UNITA e a CASA-CE com o MPLA, partido da situação? Para quando a alternância do poder em Angola? Uns, alimentam a ideia de que ela vai sair do seio do MPLA, caso João Lourenço, não consiga dar a volta ao bilhar, ou seja, cortar com o triste passado de José Eduardo dos Santos. Outros admitem que vá surgir da frente unida, constituída pela UNITA, CASA-CE e residuais. Estamos aqui para ver!
Por Francisco Rasgado / Chico Babalada
Há, ou não há batota nas vitórias do MPLA sobre os seus adversários mais directos. Primeiramente vou focar esta abordagem nas vitórias do MPLA no campo militar. Depois numa outra abordagem o foco será nas vitórias do MPLA através das eleições. Nos anos 60 tanto o MPLA e FNLA estavam no Congo-Léopoldville, pois Congo-Léopoldville em função da sua vasta fronteira com Angola, permitia aos movimentos desempenhar as suas actividades, mas nessa altura o MPLA já se assumia como um movimento de esquerda a questão que se colocava se assumia a ideologia do marxismo na vertente soviética ou Chinesa. A FNLA embora também sendo um movimento de esquerda, mas em contrapartida recebia fundos de ocidentais que não eram esquerdista numa visão Soviética ou Chinesa. O Congo-Leopoldville seu primeiro governo foi liderado pelo Patrice Émery Lumumba (Primeiro-ministro da Republica do Congo-Léopoldville de 24 Junho de 1960 a 14 de Setembro de 1960, ocupou este cargo apenas por 12 semanas), este governo era um governo pró Soviético...
Por Manuel Tandu
As relações luso-angolanas voltaram a ser notícia pelas piores razões: o Estado português concedeu a Luanda ainda mais uma oportunidade para destratar Portugal.
Por Fátima Bonifácio
“Em termos do partido, o Presidente da República subordina-se ao presidente do partido. Nas questões de Estado, ele só responde perante a Constituição. Desde que não contrarie a orientação do partido”, palavras de Julião Mateus Paulo ‘Dino Matross’, membro do bureau político, do comité central e secretário para as relações internacionais do partido MPLA.
Por Sedrick de Carvalho
Durante o pronunciamento, do seu discurso de tomada de posse, o novo presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço,(JLo),apesar de haver aparentemente demonstrado que se vai (impor) na sua difícil e penosa luta, contra os seus próprios correligionários, que durante o consulado encabeçado pelo ditador, José Eduardo dos Santos/seus filhos, delapidaram sem do nem piedade, o erário público Angolano, os quais JLo, segundo o seu discurso ira combater, para aliviar a actual corrupção verdadeiramente generalizada, que assistimos em Angola.
Por Orlando Fonseca
Já era do domínio mais ou menos geral que o líder da UNITA, Dr. Isaias Samakuva granjeava enorme apoio entre angolanos. A última campanha eleitoral veio apenas confirmar a simpatia nutrida por várias franjas da nossa sociedade. Tudo leva a crer que os níveis dessa simpatia cresceram cada vez mais, a partir do momento em que o líder da UNITA reafirmou o seu desejo de abandonar a Direcção do Partido.
Por Lourenco Antônio