Não se afigura muito fácil fazer em síntese e com aquele mínimo de objectividade, mesmo estando no terreno da opinião, uma avaliação política equilibrada do que foi ano de 2014 em Angola, se quisermos ser mais taxativos entre dois valores opostos, como o bom e o mau, o aceitável e o reprovável, o recomendável e o detestável, ou ainda entre o que devia ser melhor ou pior para a salvaguarda dos próprios interesses nacionais.
É o retrato de que a nossa sociedade está preocupada com os problemas referentes às famílias angolanas. É uma mudança de paradigma de como viviam até aqui muitos casais ou famílias sem a proteção do Estado.
O MPLA transformou-se nos seus 58 anos de existência num partido para satisfazer “interesses pessoais” e para “acumulação de capital”. Quem o diz, se fossemos nós aí estaria o 99º processo judicial contra o nosso Director, são analistas contactados pela Voz da América.
Dos 36 anos que marcaram o reinado do ditador José Eduardo dos Santos, os angolanos não receberam das mãos benefícios nenhuns, em suma, Eduardo dos Santos não teve a capacidade de entregar aos angolanos uma nação patriótica una e indivisível.
Já há muitos anos que não víamos o Governo entrar e sair da Assembleia Nacional com um OGE aprovado, tão pouco consistente com a realidade que se anuncia para os primeiros meses do novo ano.
Aquela que muitos consideram, uma especializada quadrilha de larápios, não pára de surpreender pelos tentáculos e táctica, muitas, financeiramente dantescas.
Ditos e factos nos últimos dias: falaram Laurinda, uma voz pacifista que não chega à Igreja Sagrada Família e Pio, a voz de um padre do mato que "não chega aos céus" palacianos.
O Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Geraldo Sachipengo Nunda, afirmou que os militares têm sempre mais deveres do que direitos, porque realizam uma missão muito particular – a defesa da pátria – e “devem estar prontos a morrer se for necessário”.