Enquanto um grande pensador dizia: “os inteligentes aprendem com os seus erros, os sábios aprendem com os erros dos outros”, a CASA – CE passa na contra – mão e parece nem aprender com os seus, nem com os erros dos outros.
Faz tempo eu tinha escrito que nem tudo que brilhava na CASA-CE era ouro, pois notei muitos ovos da serpente lá dentro naquele cantinho mais estreito e quente da CASA-CE, até cheguei a publicar na cronologia do meu amigo virtual Félix Miranda se a consciência não me trai.
Este artigo de opinião surge como consequência do “Road show” realizado pela S.E. Senhor Ministro da Administração do Território e Reforma do Estado, Dr. Adão de Almeida, adiante designado Ministro MATRE, e consequente proposta do Pacote Legislativo Autárquico, recentemente apresentado, depois de apreciado pelo Conselho de Ministros.
Os crimes de colarinho branco andam de " braço dado" com a corrupção, o suborno, o peculato, a extorsão e a fraude.
Que me prendessem á mim , por ter estado presente numa festa de aniversário na Vila Alice , onde o mais velho Bernardo ( Nito Alves ) também apareceu como convidado normal , onde não houve discurso político e nem a planificação para um golpe do estado.
Confesso que o meu regresso em 2003 em Kumba Ngundi foi um entrar em contacto com o mundo da política. Pois tive contacto com a política propriamente dita neste regresso ao Kumba Ngundi, através de quem eu considerado como o meu mestre na política. Ou a pessoa que alfabetizou-me sobre a política, pois na terra da Kianda onde vivi mais de uma década começando a contagem a partir de meses antes da realização do primeiro "campeonato" em Angola. Era um analfabeto político.
Antes de falar do Reginaldo Silva como uma das vitimas dos acontecimentos do 27 de Maio de 1977 , com quem partilhei a mesma cela ( F) , um amigo que sempre que descesse aquela calçada para ir ao jornal de Angola onde trabalhava , nunca se esquecia em dar uma espreitadela na Neográfica empresa que foi para mim uma espécie do último refúgio depois de ter saído da cadeia , ter abandonado farda e nunca mais quis confiança com a Contra Inteligência Militar .
Não é vã, a criminalidade que anda de mãos dadas com as ruas dos subúrbios de Luanda, nunca a vemos descalça ou sequer a estriar – se num chinelo de fabrico chinês, nem sequer mal vestida, ela está ali, onde quer que estejamos, feita num modelo de roubo acertado ao povo, faz refém centenas de citadinos que nas ruas marcham, a criminalidade, tornou – se dona de muitos bairros, ela mesma dita as regras e consome toda felicidade do povo lá onde ocupa a cadeira mais elevada da sua pousada, apenas apressa – se em deixar a tristeza e as sucessivas violações como recado da sua efectiva residência.