Os mercados informais, conhecidos popularmente como “praças”, desempenham um papel central na vida económica e social de Angola. Estes espaços garantem o acesso a alimentos a preços acessíveis e constituem uma fonte essencial de rendimento para milhares de famílias que dependem do comércio diário para sobreviver.
O tráfico e a comercialização de medicamentos falsificados constituem atualmente um dos mais sérios desafios de saúde pública em Angola. Todos os anos, milhares de pessoas perdem a vida em consequência do consumo de fármacos adulterados, ineficazes ou contaminados, agravando doenças que poderiam ser tratadas com medicamentos autênticos e devidamente controlados.
Pelo menos seis mil novos profissionais de saúde em Angola devem ingressar no setor através de um concurso público que será lançado em fevereiro, anunciou hoje a ministra da Saúde de Angola, Sílvia Lutucuta.
Os medicamentos falsificados, anabolizantes e calçados, que entram em Angola por vias terrestre, marítima e aérea, estão entre os produtos mais contrafeitos, nos últimos anos, no país, segundo a Administração Geral Tributária (AGT).
O secretário-geral do Sindicato Nacional dos Enfermeiros de Angola disse hoje que as condições de trabalho nas unidades sanitárias de nível primário e secundário são precárias, marcadas pela falta de materiais e meios medicamentosos.