Isabel dos Santos remeteu-se ao silêncio. Grupo Violas, o maior acionista nacional, discorda do preço oferecido e estará, dá conta o Expresso, em contactos com outros acionistas lusos.
O segundo comandante da polícia, Paulo de Almeida, chamou atenção para o facto de Angola ter deixado de ser placa giratória e passar a ser, também, um país consumidor de droga.
O analista da agência de notação financeira Standard & Poor`s que decidiu a descida do `rating` de Angola considerou hoje, em entrevista à Lusa, que "as dificuldades orçamentais são uma oportunidade para o Governo acelerar as reformas" no país.
O fiscalista João Espanha considera que Angola "arrisca-se a assistir à debandada do investimento estrangeiro" se a taxa que vai ser criada sobre a saída de divisas do país estiver nos dois dígitos.
O executivo do presidente José Eduardo dos Santos tem gerido com extraordinária serenidade e bastante habilidade a comunicação sobre a crise económica que o país atravessa. A isso se junta a extrema serenidade presidencial e a sua indisputável competência na manutenção do seu poder pessoal.
A decisão do governo angola de impor um imposto sobre transacções em divisas está a causar alguma preocupação entre especialistas económicos que contudo manifestam ao mesmo tempo confiança na economia angolana.
Angola é definitivamente uma grande democracia onde impera a máxima tolerância política e uma ilimitada liberdade de expressão, que por vezes serve para atacar com violência os fundamentos do regime democrático.
Esta semana durante a sessão parlamentar que aprovou na generalidade a proposta de lei do Orçamento Geral de Estado (OGE) revisto para 2015, o ministro das Finanças Armando Manuel, anunciou que está a ser preparada uma proposta de lei que pretende agravar a tributação sobre a importação de bens de luxo.
A ausência de legislação própria impede que se saiba quando é possível a província de Luanda ser dotada de câmaras de videovigilância, disse ontem ao Jornal de Angola o porta-voz do Comando Geral da Polícia Nacional.