Supermercados e outras lojas que vendam bens alimentares só poderão funcionar entre as 08:00 e as 16:00 enquanto durar o estado de emergência em Angola devido à covid-19, segundo um decreto do Ministério do Comércio.
O Centro Integrado de Segurança Pública angolano (CISP) recebeu 444 chamadas relativas à covid-19 nas últimas 24 horas, das quais 36 para alertar para casos suspeitos e 219 denúncias de violações de quarentena domiciliar.
A polícia angolana deteve, entre segunda e terça-feira, 46 cidadãos por desobedecerem às regras do estado de emergência, designadamente por desrespeito da proibição de circulação ou encerramento de lojas e igrejas.
As autoridades sanitárias angolanas ainda não verificaram uma procura desenfreada pela cloroquina nas farmácias do país, há algum tempo em desuso no país, e que está a ser usada em alguns países no tratamento da covid-19.
O economista angolano Francisco Paulo defendeu hoje uma "reforma profunda" no setor da Justiça, com o registo civil de todos os cidadãos e de propriedades, para que a ineficiente política económica do país, por "falta de condições estruturais, funcione".
Alguns clientes do Banco de Fomento Angola (BFA) estão a ser alvo de ataques de phishing, através de falsos emails, visando a obtenção dos seus dados pessoais e financeiros.
A vida da pessoa humana, segundo a nossa Constituição, é um bem inviolável protegido pelo Estado (art. 30.º). O Estado respeita e protege a pessoa e a dignidade humana.
A agência de notação financeira Moody's colocou hoje Angola como um dos três países emergentes endividados que estão mais vulneráveis à turbulência nos mercados financeiros devido à crise económica criada pela pandemia da covid-19.
O Tribunal Supremo de Angola reconheceu hoje dificuldades no funcionamento dos tribunais, mas adiantou que estão a ser feitas “diligências” para melhorar as condições de trabalho, exortando os operadores de justiça a trabalharem “de forma célere e responsável”.
Dois farmacêuticos foram detidos em Luanda por duplicação de preços de produtos de proteção à covid-19, como álcool-gel e luvas, informou hoje o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec) angolano, garantindo "responsabilização criminal".