O Estado de Emergência visa fazer frente à pandemia do novo coronavírus e parece-nos uma decisão bastante acertada, tendo, por isso, merecido o apoio de todos os partidos políticos representados na Assembleia Nacional e dos membros do Conselho da República.
Cento e 78 cidadãos terminaram, este domingo, o período de quarentena institucional nos centros do Calumbo 1 e 2, bem como no hotel Victória Garden, em Luanda, deixando liberados esses locais.
As cidades angolanas confrontam-se com a escolha entre a contenção da pandemia, depois do estado de emergência decretado pelo governo, e a necessidade de trabalhar para conseguir comer.
As empresas da empresária angolana Isabel dos Santos que, em conjunto com a Sonaecom controlam a operadora NOS, consideraram hoje que o arresto das suas participações na empresa, anunciado no sábado, é “abusivo” e “excessivo”.
A administração do Banco Económico considera que Angola enfrenta "um momento económico adverso e sem precedentes", no seguimento da queda dos preços do petróleo e da pandemia da covid-19, que acentuam a incerteza sobre a recuperação económica.
Angola registou desde sábado quatro novos casos de infeção por coronavírus, elevando para 14 o número total de infetados, informou hoje o secretário de Estado da Saúde Pública, Franco Mufinda.
Tribunal Central de Instrução Criminal tinha arrestado em março 26,07% das ações da Nos, controladas indiretamente por Isabel dos Santos. Sonaecom vai contestar em tribunal.
A covid-19 já entrou no vocabulário dos “musseques” de Luanda, onde os habitantes sabem como se proteger, mas temem os efeitos do estado de emergência que os proíbe de biscates e pequenas vendas que lhes garantem a sobrevivência diária.
O secretário de Estado para a Saúde Pública de Angola, Franco Mufinda, anunciou hoje dois novos casos de infeção por coronavírus em Angola, elevando para dez o número total de pessoas infetadas, duas das quais morreram.