A perseguição continua e desta vez o regime apresenta mais uma carta tirada do baralho para ofuscar, denegrir, deixar por rastos Adalberto da Costa Júnior com a convocatória do Conselho da República, depois de um jejum propositado porque nunca queria que o líder do povo e da UNITA Adalberto Costa Júnior fizesse parte.
Os ataques, do SINFO, levados a cabo, em Angola, através, dos miúdos, delinquentes, espalhados, com motorizadas, à toa por aí, em Angola, particularmente, em Luanda, e, pagos, pelo regime, do general João Lourenço, dirigidos, particularmente, agora, contra a Igreja Católica, por mais subtil, ou em surdina, que sejam, aos olhos de qualquer, observador atento.
Por imposição do destino, Isaías Samakuva assume a Unita nos dois momentos mais importantes da sua já percorrida história pós-Savimbi. O primeiro – que se estende grosso modo entre 2003 e 2012 – começa precisamente com o início da transição imposta pela morte de Jonas Savimbi.
Como previsto no artigo passado sobre o desnorte do regime a abusar a bel prazer do seu poder político, sobrepondo-se ao legislativo, ao judicial em anular o XIII congresso de 2019 da UNITA em que elegeu Adalberto da Costa Júnior como Presidente daquela Instituição política ...
Depois da destituição de Adalberto Costa Júnior (ACJ) do cargo de Presidente da UNITA, eis que emerge o problema da vez: a Procuradoria-Geral da República vai levar adiante o processo aberto contra ACJ por Rui Manuel Galhardo, que há meses, depois de ter feito uma conferência de imprensa em sede da qual procedeu a gravíssimas acusações à figura de ACJ tanto como pessoa física quanto como pessoa jurídica, abriu um processo contra baseado na acusação de tentativa de assassinato (os advogados de acusação são do escritório do dançarino do canal 3).