Liderou a UNITA em tempo de paz, após a morte do presidente fundador, Jonas Savimbi. Em entrevista exclusiva ao NJ, Isaías Samakuva debate a carestia de vida dos angolanos face às potencialidades agrícolas do País, discorre o pensamento sobre a regressão da democracia e critica a exclusão de Holden Roberto e Jonas Savimbi nas condecorações sobre os 50 anos da Independência.