Seis forças políticas da oposição angolana anunciaram a criação de equipas técnicas conjuntas e a definição de uma estratégia comum com vista à alternância política nas eleições gerais de 2027, no quadro da III Fase dos Encontros de Unidade para a Alternância Democrática.
Partidos da oposição angolana enfrentam tensões internas numa altura em que o país está prestes a entrar num ano pré-eleitoral. FNLA é acusada de sabotagem e Bloco Democrático enfrenta ação no Tribunal Constitucional.
A Frente Povo Unido (FPU), nova força política em legalização em Angola, causa desconforto na UNITA por partilhar sigla com a Frente Patriótica Unida. O mentor, Carlos Lopes, ex-UNITA, rejeita acusação de usurpação.
A UNITA acusou hoje o Governo angolano de gastar 20 milhões de dólares (17,7 milhões de euros) para “distrair o povo angolano” com o jogo de futebol entre Angola e a Argentina, enquanto “milhares de crianças morrem diariamente de fome”.
Os partidos políticos da oposição consideram que os angolanos continuam a ser "estatística sem resto", nas contas de um Executivo "insensível", que "arrastou o país para um beco sem saída", face às suas políticas económicas e sociais erradas.