O Banco Nacional de Angola prevê que a economia angolana cresça este ano cerca de 3,5%, com uma retoma do setor petrolífero estimada em 1,1% depois de uma contração de 4,6% em 2025.
De acordo com a nota do Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN), a inflação desacelerou também em relação ao mês anterior, ao recuar 0,86 pontos percentuais face a novembro de 2025, quando se situava em 16,56%.
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou esta quinta-feira, em Luanda, que Angola “virou a página” do crescimento negativo graças às reformas económicas iniciadas em 2017.
A Administração Geral Tributária (AGT) vai impedir os contribuintes em situação tributária irregular de desalfandegar mercadorias, em cumprimento das normas estabelecidas na Lei que aprova o Orçamento Geral do Estado (OGE) para o exercício 2026, que entrou em vigor no dia 1 do corrente mês.
A ministra das Finanças, Vera Daves, afirmou este sábado, em Luanda, que o Executivo angolano está a trabalhar para melhorar a qualidade da despesa pública e assegurar maior estabilidade da receita do Estado.
O Banco Nacional de Angola (BNA) definiu hoje novos valores mínimos de capital social para os bancos comerciais e de desenvolvimento, estabelecendo 25 mil milhões de kwanzas e 50 mil milhões de kwanzas, respetivamente.
O crescimento da economia de Angola deverá "permanecer modesto", de 2,0% em 2026, após o declínio deste ano, e as pressões financeiras elevadas, na avaliação de uma missão do FMI ao país que terminou hoje.