O Governo angolano anunciou hoje que as receitas devem crescer 3,2 biliões de kwanzas com o aumento do preço do barril de petróleo, mas parte do montante será consumido com o subsídio aos combustíveis.
Apesar da forte procura por divisas, o kwanza mantém-se artificialmente estável face ao dólar, revelando intervenção administrativa. Já na relação com o euro, as oscilações expõem um mercado cambial desalinhado das referências internacionais.
A ministra das Finanças angolana disse que os níveis inferiores de execução orçamental na Educação e Saúde em 2025, que contrastaram com os da Defesa e Segurança, devem-se parcialmente à estruturação da relação laboral nos diferentes setores.
O volume de divisas comercializado no mercado cambial angolano registou um crescimento de 288%, no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o período homólogo de 2025, num crescimento impulsionado pelo aumento da oferta do Dólar norte-americano.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu hoje em alta o crescimento da economia de Angola este ano, para 2,3%, ao contrário da estimativa para a África subsaariana, que desceu 0,3 pontos face à feita em janeiro, para 4,3%.
A Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência (FPSO) Kaminho, em construção na China, deverá produzir cerca de 200 milhões de barris de petróleo ao longo da sua vida útil, 75 mil barris por dia, segundo a agência de petróleos angolana.
A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, afirmou em Luanda, que a supervisão da Comissão do Mercado de Capitais (CMC) deve excluir o tratamento de matérias penais, especialmente em situações que envolvam buscas e apreensões para não prejudicar o objectivo final da mesma.