Líder do PRA-JA Servir Angola critica o desempenho dos media públicos, questiona a independência da CNE e dos tribunais e alerta para falhas no apuramento e na publicação dos resultados.
O ativista angolano Luaty Beirão disse hoje recear que a falta de transparência das eleições de 2027 volte a gerar tensões em Angola, admitindo que a contestação pode chegar à violência face à falha das instituições perante os cidadãos.
O antigo secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Marcolino Moco, acusou os serviços secretos de controlarem a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) em benefício do Presidente da República e do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).
Títulos de maior impacto em estilo mais jornalístico: Angola prevê concluir dentro de um ano a estratégia nacional de combate à corrupção, faltando apenas executar 10% das atividades previstas no plano iniciado em 2024, anunciou hoje a comissão responsável.
O Presidente angolano, João Lourenço, faz ao país, a 15 de outubro, na abertura do novo ano parlamentar, o último discurso sobre o Estado da Nação antes do final do segundo mandato e último presidencial, foi hoje anunciado.
Duas pessoas morreram e centenas de familias estão ao relento no município angolano do Sequele após a demolição das suas casas pelas autoridades locais, disserem hoje moradores ouvidos pela Lusa.
Presidente da UNITA recorre a um orçamento familiar na periferia de Luanda para criticar a política económica do Governo e defende uma governação que "ponha o povo dentro da calculadora"
LUANDA — Partidos da oposição defenderam, em Luanda, a adopção de mecanismos independentes de fiscalização do registo eleitoral e do apuramento dos resultados das eleições gerais de 2027, numa iniciativa que colocou a transparência, a confiança e a prevenção de conflitos no centro do debate político.
A venda da participação confiscada ao empresário Carlos São Vicente no Standard Bank Angola rendeu 208,5 mil milhões de kwanzas (198,2 milhões de euros), através da Oferta Pública de Venda (OPV) de 4,7 milhões de ações, anunciou esta segunda-feira a Bolsa de Dívida e Valores de Angola (Bodiva).
Luanda — A tensão interna no MPLA atingiu esta semana um novo patamar depois de o Tribunal Constitucional de Angola ter rejeitado, a 8 de setembro, a providência cautelar apresentada por Higino Carneiro para travar a invalidação da sua candidatura à liderança do partido.
O Tribunal Constitucional (TC) arrancou com a preparação operacional para o ciclo eleitoral de 2027 ao proceder à abertura, nesta Terça-feira, 22, de um concurso limitado por prévia qualificação para a aquisição de bens e serviços destinados à actualização e modernização da plataforma tecnológica da instituição, incluindo a migração integral dos dados dos dois ciclos eleitorais anteriores
O Governo de Angola anunciou, esta quarta-feira, que vai adotar, até 2028, medidas para facilitar a circulação entre países vizinhos, em que se incluem a harmonização de tarifas e a simplificação de procedimentos nas fronteiras.
Higino Carneiro reafirmou esta terça-feira, em Luanda, que não pretende desistir da corrida à presidência do MPLA e defendeu que o impasse em torno da sua candidatura deve ser resolvido dentro das estruturas do partido.
O Sindicato Nacional de Professores (Sinprof) de Angola acusou esta segunda-feira o Ministério da Educação de tentar intimidar os professores em greve com uma circular a ordenar às escolas o registo das ausências.