Segunda, 26 de Outubro de 2026
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A Igreja Católica angolana recomenda a constituição de uma mesa permanente de diálogo político e eleitoral como entidade mediadora de conflitos por entender que o fim do conflito armado não produziu uma verdadeira e efetiva reconciliação no país.

O Presidente brasileiro venceu Flávio Bolsonaro na segunda volta com 51,76% dos votos válidos e torna-se o chefe de Estado mais velho a ganhar umas presidenciais no país.

A candidatura de António Venâncio à liderança do MPLA, partido no poder em Angola, foi hoje entregue à subcomissão de candidaturas da Comissão Nacional Preparatória do IX congresso ordinário marcado para 09 e 10 de dezembro próximo.

O general Higino Carneiro afastou uma despedida política e garantiu que não desistiu das suas convicções, depois de o Comité Central do MPLA ter mantido a anulação da sua candidatura à liderança do partido. O antigo governante afirma que vai continuar a avaliar os próximos passos, sem tomar decisões precipitadas.

O Comité Central do MPLA rejeitou definitivamente, esta quarta-feira, 21 de Outubro, a candidatura de Francisco Higino Lopes Carneiro à presidência do partido, no âmbito do IX Congresso Ordinário. A decisão foi tomada em Luanda, durante a XI Sessão Ordinária do órgão deliberativo da formação política no poder.

O Comité Central do MPLA reúne-se esta quarta-feira, 21 de Outubro, para apreciar o recurso apresentado pelo general Higino Carneiro contra a rejeição da sua candidatura à liderança do partido. A decisão poderá determinar o futuro da pretensão do antigo governante de disputar a presidência do MPLA com João Lourenço, num processo marcado por divergências internas e contestação dos procedimentos adoptados.

Filha do primeiro Presidente de Angola e os filhos contestam a apreensão dos activos, alegando violação dos direitos de defesa, no âmbito de um processo judicial que envolve o empresário Carlos de São Vicente.

O presidente da UNITA (oposição) disse hoje que a Constituição de Angola “não é democrática” e que gera instabilidade no país, sublinhando que o seu partido é contra uma revisão constitucional para alargar mandatos presidenciais.

A poucos meses de Angola ir a eleições, o Presidente João Lourenço encontra-se na reta final do segundo e último mandato permitido pela Constituição. Quando, esta quinta-feira, subiu ao púlpito da Assembleia Nacional para o discurso do Estado da Nação, fê-lo pela última vez.

O PRA-JA-Servir Angola está a institucionalizar as direcções provinciais e municipais de "Defesa e Controlo do Voto", medida que, segundo a direcção do partido, visa intensificar a preparação política, bem como a fiscalização do processo de voto em todos os níveis e locais do País, tendo em vista a realização das eleições de 2027.

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