O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, apresentou esta quarta-feira uma avaliação crítica da situação económica de Angola, defendendo que os principais constrangimentos ao desenvolvimento nacional resultam menos da escassez de recursos e mais da forma como o poder económico, as instituições e os incentivos públicos estão estruturados.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, voltou a defender a mobilização cívica dos cidadãos angolanos como elemento central para impulsionar uma mudança política no país, numa mensagem publicada nas redes sociais em que apelou ao envolvimento activo da população até às próximas eleições.
O Grupo Parlamentar da UNITA submeteu à Assembleia Nacional um conjunto de iniciativas político-legislativas que visam obter esclarecimentos sobre matérias consideradas de elevado interesse público, incluindo alegadas irregularidades na situação de militares afectos à Casa Militar do Presidente da República, a evolução de doenças com potencial impacto sanitário e os procedimentos de contratação pública promovidos pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE) para as eleições gerais de 2027.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, criticou duramente o recente aumento do preço do gasóleo para 420 kwanzas por litro, acusando o Governo de adoptar políticas económicas que, no seu entender, agravam as dificuldades das famílias e contribuem para o aumento da pobreza no país.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu a gratuitidade do ensino superior e técnico-profissional, bem como o acesso universal e gratuito à saúde, considerando estas áreas pilares fundamentais para o desenvolvimento humano e social de Angola.