A UNITA estimou hoje que pelo menos 90 pessoas morreram em Angola, na sequência dos tumultos de julho de 2025, no ámbito da paralisação dos taxistas, considerando tratar-se de "execuções sumárias que exigem investigação independente e imparcial.
O Presidente da UNITA garantiu que o "pacto de transição" que vai propor visa somente garantir a estabilidade no país durante a inevitável alternância no âmbito das eleições de 2027, mas adverte que não haverá quaisquer privilégios para os actuais governantes.
O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, destacou hoje como exemplos a tirar por Angola das eleições portuguesas os múltiplos debates entre candidatos, “com uma pluralidade absoluta” e num ambiente “completamente democrático”.
O líder da UNITA denunciou hoje, em Luanda, que esta organização política tem sido alvo nas redes sociais "de uma campanha dirigida" que tenta "vender a ideia" de que o partido foi comprado.
O maior partido da oposição desafia o Executivo a convidar os seus parceiros da União Europeia (UE) a enviarem observadores eleitorais para Angola no decurso do próximo processo eleitoral que terá lugar em finais de 2027.