Os funcionários públicos angolanos iniciam hoje a primeira fase da greve geral convocada pelas três centrais sindicais, que terá a duração de três dias, reivindicando aumentos salariais e redução dos impostos.
Um cidadão, de 30 anos de idade, foi detido, no Lubango, província da Huíla, pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), por falsa identidade, fazendo-se passar por director de gabinete do Presidente da República, João Lourenço, para burlar um gestor público.
O Corredor do Lobito pode tornar-se num "corredor de conflitos" devido a descontentamentos a nível interno. Há queixas de fraco envolvimento dos cidadãos no projeto e de benefícios ínfimos para as comunidades.
O Presidente angolano visitou a China pela segunda a vez. A primeira tinha sido em 2018. “Eu tenho dois amores/que em nada são iguais/ Mas não tenho a certeza/de qual eu gosto mais”.
A vice-diretora do Fundo monetário Internacional (FMI) destacou hoje que a diversificação económica leva tempo e salientou que Angola deve fazer uma análise séria das medidas que implementa para avaliar os seus custos e benefícios.
Os funcionários do regime geral, filiados a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores de saúde, administração Pública e serviços de Angola, não vão aderir a greve prevista para amanhã, quarta-feira, 20 de Março.
A Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto (FMUAN) está proibida de receber novos estudantes durante os próximos dois anos lectivos por não ter o indicador desejado no que concerne à qualidade de ensino.
O economista angolano Precioso Domingos criticou hoje a falta de maturidade dos bancos angolanos, que atuam como sucursais do Banco Nacional de Angola (BNA), com efeitos negativos para a economia.
José de Oliveira dos Santos Bastos, administrador municipal do Talatona, manifestou o interesse em resolver o conflito de terrenos entre os camponeses da empresa “Konda Marta” e altas patentes da Polícia Nacional (PN) e das Forças Armadas Angolanas (FAA), no Distrito Urbano da Cidade Universitária, no 11 de Novembro, em Luanda.
A Associação Justiça, Paz e Democracia (AJPD) manifestou-se hoje solidária com as centrais sindicais angolanas, que convocaram greve geral que se inicia na quarta-feira, considerando que a degradação das condições sociais “é uma realidade” em Angola.