A Nova Angola, apresentada em discurso directo pelo Congolês, Tulinabo S. Mushingi, embaixador dos Estados Unidos, tem como tónica uma agressiva imposição integradora de Angola dentro dos meandros geoestratégicos definidos pelo departamento de estado norte americano para África.
A democracia sendo o poder das massas, representação popular, garantia dos direitos e das liberdades fundamentais, é normal fazer menção à disputa pelo poder de Estado por parte de várias forças políticas, mas em Angola todo jogo político e estratégico é dominado pelo MPLA e pela UNITA, e por não haver alterações significativas na Administração do Estado, praticamente a 50 anos, muito se tem falado sobre uma “Terceira Via”, o que é legítimo em Democracia, sobretudo nas democracias consolidadas, onde há vários partidos fortes concorrendo pelo poder político.
O Presidente de Angola chegou hoje à Coreia do Sul para uma visita oficial de dois dias em que serão assinados acordos para o reforço da cooperação bilateral, segundo os serviços de imprensa da presidência angolana.
Um cidadão de 44 anos de idade foi detido pela Polícia Nacional, suspeito de abusar sexualmente a própria filha, de 15, que acabou grávida, no bairro do Nambambi, município do Lubango, província da Huíla.
Na Liga Portugal, o FC Porto vai defrontar o Sporting no Estádio do Dragão, no Porto. Este jogo faz parte da 31ª ronda da competição.
Analistas económicos e políticos em Luanda afirmam que o Governo angolano não está a dialogar com a sociedade e continua a tomar medidas económicas impopulares.
Um estudo sobre a institucionalização de autarquias em Angola, realizado pela Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (Adra), revela que as entidades pertencentes à Administração Local do Estado, incluindo responsáveis têm “medo” de falar sobre o assunto, continuam à espera e assumem estar a depender de orientação dos superiores hierárquicos.
Na segunda semana deste mês, uma interpelação a Filipe Nyusi, numa reunião partidária, agitou o espaço mediático e político, em Moçambique com repercussões em Angola.
Está em curso, na África, a construção de uma imponente via férrea que corta o interior da África e termina no Oceano Atlântico, o Corredor do Lobito. Este projeto de magnitude internacional envolve, além de Angola, a República Democrática do Congo e a Zâmbia. Seu objetivo é o transporte de minérios até o porto de Lobito para o seu destinatário final – a Águia do Império, ou melhor, aos seus chacais, às suas grandes corporações.
Especialistas do Instituto para Economia e Paz (IEP) recomendam que os 27 países em risco alto de conflitos, do qual figura Angola, devem usar os dados disponibilizados para “antecipar e preparar-se para possíveis aumentos da violência no futuro.” Sugerem ainda o cumprimento dos pilares de governança ambiental, social e corporativa (ESG).