A organização independentista do enclave angolano de Cabinda denunciou em comunicado a morte de três menores naturais do território na noite de sexta-feira para hoje em consequência de um ataque coordenado do exército angolano e milícias.
Deixem-me iniciar a brincar um pouco, mesmo que me venham a chamar de “velho sem juízo”. Como nos chamam alguns jovens, como se não viessem a envelhecer também. Volta-se a falar do diploma de ACJ, para os do “outro lado” berrarem que precisam de ver também a mesma papelada, em relação a JLO.
A UNITA reagiu à entrevista colectiva do Presidente da República, João Lourenço, que entre vários assuntos, abordou uma proposta para a implementação de um Governo de Unidade e Reconciliação Nacional.
O agendamento dos pedidos de visto para Portugal no consulado de Luanda terá novas regras a partir de 25 de junho, com um pré-pagamento do serviço, anunciou o embaixador de Portugal em Angola.
Um dia depois da denominada entrevista colectiva do Presidente angolano a 12 órgãos de comunicação social do país, tanto políticos, como activistas e analistas políticos reagem com diversas leituras às afirmações de João Lourenço.
Em entrevista à DW África, o Presidente da UPA, Pedrowski Teka, afirma que o sistema judiciário em Angola "cumpre ordens superiores". Teka exige a libertação imediata do ativista Luther Campos King e outros.
A deputada da UNITA (oposição) Miahela Webba mostrou-se hoje preocupada com o que classificou de falta de transparência do processo eleitoral em Angola, defendendo um maior controlo das votações por parte da sociedade civil.
Líder da UNITA, afirmou hoje em Cabinda que o ambiente pré-eleitoral "não é bom", segundo Adalberto Costa Júnior", as garantias de transparência não existem, o tratamento igual tarda a chegar, mas ainda assim, nós vamos continuar a ser atores de transparência e de diálogo e realizar a alternância que tanto se espera".
A deputada da UNITA Mihaela Webba apontou hoje à existência de “interesses escusos” para justificar as suspeitas em torno da licenciatura do líder do partido, Adalberto da Costa Júnior, que está a ser alvo de “tentativa de linchamento”.
O ativista e professor universitário angolano Fernando Macedo defendeu hoje que o MPLA deve abster-se "de voltar a realizar um processo eleitoral fraudulento", criticou o "regime autoritário" e defendeu uma "rebelião pacífica" caso haja fraude eleitoral.