A primeira fábrica de moagem de trigo em Angola, a inaugurar na sexta-feira no porto de Luanda, vai permitir cortar 60 por cento da importação de farinha daquele cereal, de mais de 500.000 toneladas anuais, anunciaram os investidores.
Mais de 500 estabelecimentos hoteleiros de Angola encontram-se em situação de falência técnica, podendo vir a encerrar a actividade a curto prazo, de acordo com dados da Associação dos Hotéis e Resorts de Angola (AHARA), citados pelo jornal angolano Expansão.
A economia de Angola deverá crescer 2% este ano e acelerar para 4% em 2018, recuperando de uma quase estagnação de 0,3% no ano passado, segundo as últimas previsões da consultora britânica BMI Research.
A recuperação dos preços do petróleo e o impacto no orçamento de Angola vai "melhorar notavelmente" as finanças do país, reduzindo o défice para 3,2% e criando espaço para uma política económica expansionista em ano eleitoral.
As Finanças admitem a hipótese de "adquirir créditos problemáticos em toda a banca que desenvolva actividades no território nacional, desde que relacionados com processos direccionados à economia angolana".
A origem de um produto, nacional ou estrangeira, ainda não é prioridade para os consumidores angolanos, que se preocupam antes em verificar os prazos de validade por exemplo dos alimentos.
O novo Governo do Banco Nacional de Angola (BNA), Valter Filipe, descreveu o ambiente sombrio do mundo dos negócios, dadas as fragilidades internas susceptíveis de colocar o país à margem do sistema financeiro mundial, numa altura em que o país está impedido de comprar dólares nos bancos correspondes dos Estados Unidos da América (EUA) e o Banco Central Europeu (BCE) não considera o BNA um banco central, o que eleva o risco de crédito a Angola.