A Economist Intelligence Unit (EIU) defendeu que o processo de privatizações em Angola tem de ser bem gerido e alertou para a "crescente preocupação" sobre as ligações entre os destinatários das vendas das empresas e o Presidente.
O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, antevê o encerramento de alguns bancos angolanos até ao final do ano, altura em que termina o prazo para as instituições financeiras ajustarem os fundos próprios às novas exigências estabelecidas pelo banco central.
A moeda angolana apreciou-se hoje ligeiramente face à europeia, com o euro a desvalorizar-se de 349,449 para 349,436 kwanzas/euro, facto inédito desde 09 de janeiro, quando começou a venda de divisas em leilão aos bancos comerciais em Angola.
Um consultor português da Organização Internacional do Trabalho (OIT) defendeu hoje, em Luanda, que, do ponto de vista de desenvolvimento dos indicadores sociais, Angola está num "nível médio", embora tenha admitido que há ainda muito por fazer.
A Agência de Apoio ao Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX) de Angola aprovou, desde julho, 42 propostas de investimento, avaliadas em 400 milhões de dólares (342 milhões de euros), noticia hoje o Jornal de Angola, citando o administrador Lello Francisco.
O programa de privatização integral e parcial de 74 empresas públicas, a aprovar pelo Governo angolano, vai impulsionar o surgimento de mercado de ações corporativas, disse o presidente da Comissão de Mercados de Capitais (CMC), citado hoje na imprensa local.
O economista-chefe da consultora Eaglestone, Tiago Dionísio, considerou hoje à Lusa que "o pior já deve ter passado" para a economia e para o sector bancário angolano e que as perspectivas são "moderadamente optimistas".