O Fundo Monetário Internacional sugeriu que o Governo angolano publique relatórios trimestrais sobre como está a gastar os seus fundos. A proposta surge ao mesmo tempo que um relatório da organização afirma que o crescimento este ano da economia angolana não deverá atingir os 4%.
Samakuva pediu que o Executivo seja mais transparente em relação ao dinheiro do erário público, referindo-se à ausência de prestação de contas por parte do chefe do Executivo.
O Tribunal Supremo (TS) angolano emitiu um mandado de captura contra os 27 presumíveis membros de uma rede acusada de desfalcar o Banco Nacional de Angola (BNA, central) em mais de 136 milhões de dólares americanos, revelou quarta-feira a imprensa local.
CASA-CE diz que desmentido está fora da realidade. Ministério do Interior afirma ainda que a ocorrência de crimes está a ser exagerada pelos meios de informação.
Se o Estado português intervier para salvar o Banco Espírito Santo (BES), os seus acionistas e detentores de dívida soberana perderão os seus investimentos. É o que ditam as novas regras europeias, reguladas pela Direção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia, segundo o Jornal de Negócios.
César das Neves considera que o que se vive no BES “é um caso muito sério e pode ser o maior escândalo financeiro da história de Portugal”. Em declarações à Rádio Renascença, o economista alertou para a necessidade de o Banco de Portugal e a administração do BES esclarecerem “com clareza” qual é o problema e que medidas vão ser tomadas.
A polícia angolana ainda não foi informada sobre as prisões efectuadas em Espanha de várias pessoas alegadamente envolvidas numa fraude de dezenas de milhões de dólares na venda de equipamento à policia angolana.
O líder da UNITA, o maior partido da oposição, acusou hoje o Executivo angolano de ter prestado garantias soberanas a empréstimos do Banco Espírito Santo Angola (BESA) superiores ao limite previsto e quer ver o caso esclarecido no parlamento.
O Governo Angolano espera que seja notificada pela detenção dez pessoas numa operação em Espanha, Portugal e Luxemburgo por alegado envolvimento numa rede empresarial responsável por uma fraude de milhões de euros num contrato de venda de material policial a Angola afirmou Ambrósio Lemos.