O `stock` da dívida pública angolana deverá atingir este ano quase 50% do Produto Interno Bruto (PIB), perante o alerta dos economistas para a "deterioração" da sustentabilidade, nomeadamente as taxas de juro exigidas ao Estado angolano.
O grupo Ibersol está a reforçar a aposta e o plano de expansão em território angolano. É que o centro comercial Xyami, no Nova Vida, acaba de receber o primeiro restaurante Pizza Hut e o sétimo espaço da rede KFC.
O gabinete de estudos económicos do banco BPI considera que Angola enfrenta um ambiente económico difícil este ano, podendo ser adicionalmente prejudicada pela implementação desordenada dos cortes na despesa e na aplicação das reformas estruturais.
O tribunal de Luanda que julga, desde Novembro, os 17 activistas angolanos acusados de prepararem uma rebelião pretende ouvir o antigo primeiro-ministro Marcolino Moco como declarante, por este integrar uma lista de um suposto governo de salvação nacional.
O Governo angolano quer entregar a gestão da Angola Telecom e vai vender ativos no âmbito do processo de reestruturação daquela empresa pública de comunicações e multimédia, segundo decisão governamental à qual a Lusa teve acesso.
O petróleo deverá produzir este ano receitas na casa dos 11 mil milhões de dólares. Uma gota num setor que, há quatro anos, rendeu 40 mil milhões de dólares. Decorrentes deste, outros riscos espreitam a economia angolana.
A maior empresa angolana de laticínios reduziu a produção entre 30 a 50 por cento, alegando dificuldades no acesso a divisas para a aquisição de matéria-prima, problema que está a afetar várias indústrias no país.
À saída da Assembleia Geral de acionistas do BPI, pequenos acionistas confirmam que a proposta de separação de ativos do banco foi chumbada
Direito de Resposta do General Bento dos Santos, publicado por deliberação da ERC, ao artigo de Francisco Louçã "Luaty Beirão e o general Kangamba, descubra as diferenças", publicado no blogue Tudo Menos Economia.
No artigo publicado hoje sob o título “o brinquedo político dos observatórios “o jornal de angola critica o relatório organização “Human Rights Watch” e escritório angolano Agualusa que AO24 publica na integra.