Ontem, reclamava uma certa fadiga mental à tia São, depois de uma semana de pouca saúde. Pelo meio, falámos do sistema actual de saúde, das batalhas diárias do cidadão comum para sustentar a família e de como a crise económica tende a piorar, asfixiando cada vez mais os angolanos que não têm os privilégios do poder.
Vinte dias após o ataque a deputados da UNITA na província de Benguela, com saldo de três mortos, feridos e desaparecidos, mantém-se em segredo o curso do inquérito aberto pelo Ministério do Interior.
O chefe da missão do FMI que negoceia um programa de assistência solicitada pelo Governo angolano admitiu hoje a necessidade de redução do número de funcionários públicos em Angola, apelando à contenção do défice apesar das eleições de 2017.
O chefe da missão do FMI que está em Luanda a negociar um programa de assistência solicitada pelo Governo angolano defendeu hoje o recurso às reservas internacionais face à crise cambial no país, admitindo novas desvalorizações da moeda nacional.
Na véspera do lançamento do 15.º álbum da carreira, intitulado "Bolo de Aniversário", o músico Paulo Flores manifestou-se "preocupado" com o futuro de Angola, face à "postura de endurecimento" do regime e pelo "exagero nos atropelos aos Direitos Humanos" no país.
Qualquer Angolano patriota, que já acompanhou os habituais debates havidos na TV Zimbo, em que participava, o sociólogo Paulo Ganga, facilmente ficava com a nítida impressão que Nganga se tratava dum patriota, verdadeiramente comprometido, com a defesa dos interesses dos povos de Angola, do que defender o terrorismo de estado de JES e seus filhos.
Fim das subvenções aos combustíveis e condições monetárias em Angola fizeram disparar inflação até aos 29,2% em maio.
O apoio financeiro do FMI a Angola poderá chegar aos 4,5 mil milhões de dólares, a três anos, no âmbito do programa de assistência que está a ser negociado, revelou o chefe da missão presente em Luanda.
O FMI está em Angola desde o início deste mês para conversações com o Governo e pede prudência fiscal até às eleições gerais de 2017.
A Polícia Federal, a Receita e especialistas do Ministério Público Federal têm indícios de que parte do dinheiro da corrupção de estatais e empreiteiras foram ou estão sendo "lavados" por uma rede de doleiros até então desconhecida, instalada em Angola.