Apesar de considerar que "é difícil dialogar com um regime que não demonstra inteligência", o escritor José Eduardo Agualusa acredita que está para breve a libertação dos 17 activistas, condenados por rebelião e associação de malfeitores, a penas até oito anos e seis meses de prisão.
Um alto dirigente do MPLA, segundo o qual José Eduardo dos Santos pode incluir a filha no Comité Central por determinação própria. "Colocada a seguir no 'bureau' político, poderá fazer dela, no congresso de Agosto, a segunda figura da lista de deputados e, consequentemente, sua substituta em 2018".
Embaixada de Angola em Portugal levada a tribunal por cidadã que reclama 350 mil euros por serviços prestados
Desde 1993 em litígio com a Embaixada de Angola em Lisboa, Lucília dos Santos Cruz alega que a representação diplomática lhe deve 350 mil euros, valor referente a despesas por serviços de correio, juros e danos não patrimoniais. Angola contesta.
Um ano após a detenção dos ativistas angolanos, a Amnistia Internacional (AI) continua a exigir a libertação "imediata e incondicional" dos 17 jovens, considerando que todo o processo constitui "uma afronta à justiça e aos direitos humanos".
Centenas de pessoas marcharam hoje em Maputo contra a situação política e económica em Moçambique, exigindo a responsabilização dos autores das dívidas escondidas e o fim das confrontações militares entre o Governo e a Renamo, principal partido de oposição.
O ativista angolano Rafael Marques criticou hoje a manutenção na prisão dos 17 cidadãos jovens condenados por rebelião e associação de malfeitores, alegando tratar-se de uma "manobra de diversão" para perpetuar no poder a família do Presidente de Angola.
A eurodeputada portuguesa Ana Gomes defendeu hoje que o nepotismo e a corrupção têm mantido o silêncio dos ativistas detidos há um ano em Angola, bem como o regime de José Eduardo dos Santos no poder.
A SOFID, um banco maioritariamente público onde o Estado, fez recentemente um reforço de capital, vai ter uma nova administração.
SÃO PAULO - Empresas brasileiras com negócios em Angola, terceiro maior parceiro comercial no continente africano — entre 2006 e 2014, a corrente de comércio bilateral cresceu mais de 80%, tendo alcançado no ano passado US$ 2,37 bilhões —, estão tendo dificuldades para receber pagamentos por produtos e serviços, bem como para remeter dólares ao Brasil.
A construtora Centro Cerro, com atividade em Portugal e Angola, é uma das empresas que viram o Governo angolano fazer adendas a contratos para obras públicas, convertendo o investimento à taxa de câmbio de 2014, data das propostas.