Marcolino Moco, antigo primeiro ministro de Angola, primeiro secretário executivo da CPLP e ex secretário-geral do MPLA, partido do qual não se demitiu nem foi expulso, mas simplesmente afastado do cargo de deputado em 2008 quando "o Presidente José Eduardo dos Santos afastou várias pessoas, entre as quais eu, substituindo-as por outras pessoas, sobretudo pelos seus parentes, a mulher, os filhos, etc".
Em entrevista à Renascença, o escritor e activista afirma que a presença de quase todos os partidos portugueses no congresso do MPLA reforça a ideia de que Portugal apoia o regime. E prejudica a imagem da comunidade portuguesa em Angola.
A abertura do Congresso, do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), foi marcado por um ridículo discurso desfasado, feito pelo Jose Eduardo dos Santos, tendo apanhado de surpresa qualquer observador, menos atento sobre calvário angolano, que dura a mais de 540 anos, 40 dos quais, pelo MPLA, primeiro foi sob liderança dos colonizadores portuguesas que duro 500 longos anos, a segunda sendo com sanguinário, Antônio Agostinho Neto e o ultimo sob liderança do actual ditador JES que está no poder a 37 anos.
Por Orlando Fonseca | Miami/Florida - USA
Deputado Hélder Amaral disse que o CDS está muito mais próximo do MPLA do que no passado. Ex-presidente fala em "mudança radical de posição" do partido e numa "falta de respeito pelos militantes".
A moção de estratégia do líder do MPLA, José Eduardo dos Santos, propõe realizar as primeiras eleições autárquicas em Angola, instituir um rendimento mínimo garantido, fortalecer o sistema de Defesa nacional e reformar o Estado.
O líder do MPLA, José Eduardo dos Santos, que se recandidata ao cargo no congresso do partido no poder em Angola, afirmou hoje que a "falta" de "rigor e disciplina" tem travado o desenvolvimento do país.
Caso envolve alegado desvio de milhões de dólares de África, que em Portugal eram depositados no BCP.
A denúncia é feita por Alfredo Paulo Filho, antigo bispo da própria Igreja Universal do Reino de Deus. O ex-bispo acusa a igreja de ter mantido, ao longo de sete anos, um esquema ilegal para desviar milhões de dólares do estrangeiro.
Representantes de partidos políticos angolanos lamentaram hoje que o líder do MPLA não tivesse abordado assuntos da atualidade, como as recentes demolições polémicas em Luanda, e que o discurso de abertura do congresso tenha sido apenas para os militantes.
O 'rapper' luso-angolano Luaty Beirão, um dos 17 ativistas condenados por rebelião, disse hoje não ter qualquer expectativa sobre o congresso do MPLA e que a única surpresa seria José Eduardo dos Santos não ser candidato em 2017.
O MPLA, cinge -se numa franja arquitectónica de linhas políticas entrelaçadas, cujo arquétipo, é histórico, apropriado a um processo de organização estrutural continuada e sólido, processo esse que, se delibera no domínio social de maneira permanente e amplificado.
Por João Henrique Rodilson Hungulo