O ministro das Finanças de Angola pediu hoje desculpa aos cidadãos pelas dificuldades que enfrentaram este ano, sobretudo aos funcionários públicos pelo pagamento tardio dos salários e do subsídio de Natal.
O presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) considerou hoje o julgamento dos 37 alegados ex-militares acusados de atentado contra o Presidente da República como uma montagem para atingir o maior partido da oposição.
Comité de Protecção de Jornalistas insta Governo a deixar de perseguir jornalistas acusados de injúria por denunciar corrupção.
A UNITA, o maior partido da oposição angolana, vê como prioritárias para as eleições gerais de 2017 cinco áreas «de urgência», envolvendo os setores da educação, saúde, habitação, emprego e Segurança Social.
Conhecido no município de Abel Figueiredo, no sudeste paraense, por criticar autoridades locais, principalmente políticos, o blogueiro angolano Walter Etna Durval, de 34 anos, que vivia há três anos no Brasil e já era naturalizado brasileiro, foi morto a tiros por um homem ao abrir a porta de casa para atender alguém que nela batia.
O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, afirmou hoje que a crise que Angola vive pode agravar-se em 2017, em função das condições sociais e de vida de grande parte da população angolana.
O grupo de 12 advogados que pediu ao Tribunal Supremo (TS) que suspendesse a nomeação de Isabel dos Santos para a presidência do Conselho de Administração da Sonangol por violar a lei da probidade pública e a Constituição vão recorrer ao Tribunal Constitucional.
Este (PGR) se fosse inteligente o melhor que faria seria aproveitar da melhor maneira a boleia que lhe deram para um cargo que para o qual não tem competência, qualificação, moral e nem muito menos consciência limpa para o exercer, com um comportamento exemplar que fosse digno de ser apreciado e respeitado até mesmo por tanta gente que conhece muito dos seus podres que até hoje ainda não se pronunciaram.
Por Fernando Vumby
Com o aproximar das nossas eleições gerais redobram em Portugal os insultos a Angola proferidos por quem ainda não digeriu a irreversibilidade de sermos um país soberano que recusou a canga do neocolonialismo.
Por Luciano Rocha
O sonho da casa própria e o fim da crise que Angola vive desde 2014 são alguns dos desejos que mais se ouvem da parte dos angolanos em Luanda para o próximo ano, que será de eleições gerais no país.