O Presidente angolano, João Lourenço, exortou hoje o setor agrícola a colocar o país a "produzir a comida que precisa", estimulando a produção em grande escala, para acabar com a importação de alimentos e produtos agrícolas.
A informação posta a circular nas redes sociais sobre um alegado furto de utensílios domésticos ocorrido, no fim-de-semana, no Mussulo, na casa do ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos, foi desmentida pela Polícia Nacional.
Um responsável sindical zimbabueano foi detido por ter comparado a "um morto vivo" o presidente Robert Mugabe, 93 anos, que dirige com "mão de ferro" o país há 37 anos, informaram hoje os advogados do sindicalista.
Os bispos da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) exortaram hoje o novo Presidente angolano, João Lourenço, a adotar neste mandato "um compromisso concreto com os desafios económicos do país" e com a "redução das assimetrias".
O preço para comprar um nota de 100 dólares nas ruas de Luanda subiu ligeiramente na última semana, após várias semanas de descidas, que se registavam desde as eleições gerais angolanas de 23 de agosto, sendo hoje transacionado a 37.500 kwanzas.
Angola é o terceiro maior destino do financiamento chinês além-fronteiras, segundo a unidade de investigação AidData, que aponta que Pequim está perto de igualar Washington como principal fonte de empréstimos aos países em desenvolvimento.
O Presidente da República, João Lourenço abre hoje (11), quarta-feira, o ano agrícola 2017/2018 no município do Cachiungo, Huambo.
Deputado Manuel Saviehemba diz que sobas em lugares em que a UNITA ganhou nas eleições estão a ser afastados
A UNITA acusa dirigentes do MPLA na províncial angolana de Huambo de uaHua “provocadores” e de promoverem a intolerância políica.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) previu hoje que a economia de Angola tenha sofrido uma recessão de 0,7% do Produto Interno Bruto, revendo também a previsão de crescimento, este ano, de 1,3% para 1,5%.
Na política, as palavras têm significado. "Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal" O slogan usado pelo vencedor das eleições de 23 de agosto de 2017 durante sua campanha é muito cativante e prometedor em termos de estratégia discursiva. Despertou a curiosidade dos especialistas em particular na comunicação política e, ao mesmo tempo, a vigilância dos angolanos nos próximos cinco anos.
Por Pody MINGIEDI, Politólogo - Genebra, Suíça