O Governo angolano está a trabalhar numa base macroeconómica para 2018 que assenta no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,4%, mas uma taxa de inflação ainda a dois dígitos, acima dos 17% a um ano.
Para que o presidente João Manuel Gonçalves Lourenço, (JLO) se possa afirmar como presidente da República de Angola, ele deve imediatamente aproveitar o actual apoio popular, que está cada vez mais a granjear, fruto da sua valentia que se resume em haver começado já a (partir no foucinho) exonerar alguns dos corruptos do clã dos Santos.
Por Orlando Fonseca
O Executivo vai proceder à actualização da legislação sobre a prevenção e combate à corrupção e aos crimes económicos e financeiros, tornando-a mais efectiva, anunciou ontem, em Viana, Áustria, o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz.
O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) é acusado de estar envolvido em relações opacas com a empresa suíça Quantum Global, especializada na gestão de activos e responsável por boa parte dos investimentos do fundo nas Maurícias.
A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que a demissão do secretário para os Assuntos Económicos, Carlos Panzo, mostra que o novo Presidente de Angola, João Lourenço, "está preparado para agir", ao contrário do seu antecessor, José Eduardo dos Santos.
Mais de 2.500 congoleses foram detidos nos últimos dias pelas autoridades angolanas na província da Lunda Norte, por se dedicarem ao garimpo ilegal de diamantes em áreas do município do Cambulo consideradas como reservas estratégicas diamantíferas do Estado.
O Governo angolano quer proibir transferências para paraísos fiscais e prevê reforçar a Procuradoria-Geral da República com recursos humanos especializados para combater os crimes económicos e a corrupção.
A petrolífera estatal angolana Sonangol rejeitou hoje responsabilidades na falha de eletricidade na província da Lunda Norte, por falta de combustível na central termoelétrica da cidade do Dundo, garantindo estar a caminho um reforço do abastecimento.
O tribunal de Luanda agendou para segunda-feira o início do julgamento de três funcionários do Ministério da Saúde angolano acusados do desvio de quase 400 milhões de kwanzas (dois milhões de euros) do programa de combate à malária.
A que se deve o "silêncio" da oposição. Se passaram já mais de 30 dias deste a tomada de posse do PR João Lourenço, mas é notório um "silêncio" da oposição. E se vê claramente que a oposição está cada vez mais próxima ou apoia o PR João Lourenço.
Por Manuel Tandu