A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) lamentou hoje que o novo Presidente de Angola, João Lourenço, empossado em setembro de 2017, não tenha mostrado "qualquer sinal de mudança" da estratégia de Luanda sobre o enclave.
Mais de 1.500 médicos, que terminaram a formação nos últimos anos em instituições públicas e privadas do país e no estrangeiro, estão no desemprego, revelou ontem, em Luanda, o secretário de Estado da Saúde para Área Hospitalar.
O general António França “Ndalu” encabeça um grupo de proeminentes figuras do MPLA que pede a saída de José Eduardo dos Santos da liderança do partido, escreve o jornal português Expresso, que cita fonte daquela formação.
Um grupo de oficiais britânicos da Brigada Internacional Antifraude esteve na semana passada em Luanda para investigar os contornos e a legalidade de um caso que envolveu, em setembro, a transferência fraudulenta para Londres de 500 milhões de dólares através do Banco Nacional de Angola (BNA).
A Economist Intelligence Unit (EIU) considerou hoje que a revisão do setor petrolífero em Angola é uma boa iniciativa e salientou que um falhanço nesta reforma seria "negligente", devido à importância do setor na economia do país.
Os juízes conselheiros do Tribunal Constitucional de Angola pagam do seu bolso, há cerca de dois anos, despesas correntes, os consumíveis de escritório, disse hoje um magistrado, exemplificando o impacto da crise económica na instituição.
O Ministério das Finanças de Angola autorizou alienação de 90% da participação que o Banco de Negócios Internacional (BNI) detém na seguradora angolana Aliança Seguros, para "cumprimento" de "medidas regulatórias" sobre "boas práticas de governação corporativa".
Carta foi dirigida aos líderes reunidos na cimeira da União Africana, que decorre na Etiópia, em Adis Abeba. Trump terá chamado "países de merda" a várias nações africanas
O rapto seguido de homicídio de um angolano de 35 anos, sobrinho por afinidade do ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos, é classificado pelo MPLA como um crime que "belisca sentimento de segurança coletiva".
O Tribunal de Caen, norte de França, condenou dois membros da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC) a penas de prisão por falsificação de documentos e auxílio a imigração ilegal, revelaram hoje à Lusa os advogados de defesa.