O ex-governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Valter Filipe, foi ouvido pela Procuradoria-Geral da República pelo suposto envolvimento numa transferência alegadamente ilícita de 500 milhões de dólares (406,2 milhões de euros) para uma conta no exterior do país.
Comer ouro de 23 quilates tornou-se, pelas mãos do português Daniel Marcelino Gomes, a mais recente extravagância no "reino" da gastronomia. A novidade, disponível por 7.728 euros, serve-se em forma de bombom e já adoçou paladares em vários países do mundo, incluindo Angola.
O ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, foi constituído arguido há dois dias, pela Procuradoria-Geral da República, pelo seu envolvimento na burla dos 500 milhões de dólares.
A produção petrolífera angolana aumentou em fevereiro, face ao mês anterior, em 17.100 barris por dia, aproximando-se da Nigéria, que iniciou 2018 no topo dos produtores africanos, segundo a Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
A UNITA, maior partido da oposição angolana, defendeu hoje a necessidade de se definir uma data de consenso entre os três movimentos de libertação de Angola, que simbolize o início da luta armada do país.
As frequentes manifestações silenciadas de desagrado popular contra o governo, além de triviais têm contornos perigosamente alarmantes. A situação é demasiado conflitante, e poderá perigar a frágil paz social estabelecida. Os angolanos convivem de perto com um estado de degradação social cada vez pior em qualidade e quantitativamente de maior dimensão. Os senhores donos da riqueza angolana querem estrangular o mercado financeiro interno angolano de varias maneiras, eles não desistirão fácil, e tudo fazem para alcançar as suas pretensões e estrangular o fragilizado sistema financeiro angolano. Esse enfoque demonstra que a riqueza acumulada ilicitamente jamais retornará a Angola.
Um oficial da Polícia Nacional angolana foi detido, depois de ter morto a tiro um agente e ferido outros dois, em circunstâncias ainda por esclarecer, informaram hoje as autoridades policiais.
O julgamento do jornalista angolano Rafael Marques, acusado dos "crimes de injúrias e ultraje a órgão de soberania", foi reagendado para o dia 19 deste mês, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.
A Lei da Amnistia, aprovada em 2016 e que anulou os crimes cometidos até Novembro de 2015, não apaga os crimes de peculato, esclareceu o vice-procurador-geral da República.
A semana que findou ficou marcada por acontecimentos que destaparam ainda mais o véu que cobria o descaminho despudorado de dinheiros públicos que permitiu o enriquecimento ilícito de uns poucos iluminados e suas famílias e atirou para indigência milhões de angolanos, cuja condição se agrava a cada dia que passa.