A consultora Capital Economics prevê que a economia angolana cresça 1,3% este ano, saindo da recessão da recessão registada nos últimos cinco anos, mas assinalou que “o crescimento será limitado por políticas fiscais e monetárias apertadas”.
A Standard & Poor’s (S&P) considerou, em comunicado divulgado na sexta-feira, que a credibilidade creditícia de Angola é “fraca”, o que é exacerbado pelo “acentuado declínio” do preço do petróleo em 2020.
A Sonangol, petrolífera estatal angolana, prorrogou até dia 20 deste mês as sessões virtuais de exposição das suas concessões petrolíferas, no âmbito do processo de alienação parcial dos seus interesses participativos em alguns blocos petrolíferos.