O governador da província angolana do Cunene, no sul do país, considera como crítica a situação local das populações e do gado, em consequência da seca que já dura há três anos.
O juiz do Tribunal Provincial de Luanda, em Benfica, Januário Domingos, pediu hoje aos 17 arguidos que “tenham calma”, alegando que o “julgamento não é sumário”.
A Amnistia Internacional (AI) afirma que a Justiça angolana está a perder uma oportunidade de mostrar independência no caso dos 17 ativistas acusados de prepararem uma rebelião, ao impedir o acesso de familiares, jornalistas e observadores ao tribunal.