Se até há pouco tempo os clientes bancários recorriam ao mercado informal para garantir acesso a moeda estrangeira, já que uma transferência bancária para o exterior demorava vários meses a concretizar, agora fazem-no porque já é mais barato comprar dólares ou euros nas ruas do que banca.
O Tribunal de Contas (TC) angolano queixou-se hoje que “não tem acesso” ao Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado (SIGFE) angolano para o acompanhamento e concretização da sua ação fiscalizadora, considerando o “obstáculo” com “um pecado original”.
O MPLA, partido no poder em Angola, defende a união das diferentes associações representativas dos antigos combatentes angolanos para que um “único interlocutor” trate com o Estado os problemas socioeconómicos que enfrentam.
Em Portugal, Angola foi o segundo país com mais pedidos de asilo e o quarto na solicitação de nacionalidade. Os números crescem desde 2017, de acordo com os relatórios do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
O Presidente angolano, João Lourenço, propôs hoje na Turquia “uma cooperação estratégica” entre os dois países, pedindo mais investimento privado turco em Angola que ajude na diversificação da economia.
A presidente do Tribunal de Contas (TC) angolano afirmou hoje que a instituição “não possui mecanismos céleres e eficazes” que “obriguem os gestores infratores” a devolver os fundos públicos retirados ilicitamente.
O tribunal da comarca de Luanda remeteu ao Ministério Público um pedido para a abertura de um processo pelo crime de desobediência contra o representante legal da Escola Portuguesa em Luanda (EPL), segundo um despacho a que a Lusa teve hoje acesso.
O Tribunal de Contas de Angola convocou recentemente responsáveis de várias empresas angolanas no âmbito de um processo de inquérito realizado pelo Governo de Luanda.
Os investimentos turcos em Angola atingem atualmente 200 milhões de dólares (169 milhões de euros), valor que o Presidente angolano espera aumentar a médio prazo, apresentando o potencial do país africano, na quarta-feira, no Fórum de Negócios Angola-Turquia.
O professor Universitário, Miguel Filho, considerou que a justificar a suspensão de certos cursos, em determinado instituto ou ciclo de formação, por falta de laboratórios é uma declaração de incompetência de quem dirige.