Três suspeitos assassinos de anciãs ocorridas nas lavras de Ndalatando, Cuanza Norte, um dos quais acusados de matar quatro anciãs, já foram detidos pela Polícia Nacional assegurou, segunda-feira, o comandante provincial da corporação, José Fernandes.
O primeiro secretário do comité provincial do MPLA, Manuel Nunes Júnior, recorreu à linguagem desportiva para sustentar que aqueles que insistiram em jogadas desabonatórias vão ser retirados da jogada, nem no ”banco de suplentes” hão-de ficar. O político, que falava no último final-de-semana, desafia camaradas seus a enraizar no seio de funcionários públicos e não só.
Os candidatos ao concurso para o provimento da vaga de presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), cargo ocupado, por Manuel Pereira da Silva, desde de 2020, serão conhecidos dentro de 15 dias.
O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) considerou hoje um “grave atentado” à liberdade de imprensa a detenção do jornalista António Domingos, na manifestação de domingo no Cuanza Norte, admitindo avançar com uma ação judicial contra a polícia.
O Presidente João Lourenço rejeitou a tese de que o MPLA pretende alterar a constituição para lhe conferir um terceiro mandato. Em entrevista este fim de semana a Jeune Afrique o Presidente rejeitou categoricamente essa teoria afirmando que se fosse o caso, o MPLA teria conseguido alterar a constituição durante o seu primeiro mandato com grande margem de manobra.
A policia angolana no Cuanza-Norte esclareceu, esta segunda-feira, que dois deputados do partido UNITA foram temporariamente detidos domingo, por suposto envolvimento em actos de vandalismo, sem que estivessem devidamente identificados.
Um protesto na província do Cuanza Norte, devido à morte nos últimos meses de 16 idosas camponesas em circunstâncias ainda por esclarecer, resultou em várias detenções, incluindo de deputados da UNITA, noticiou hoje a imprensa angolana.
O advogado angolano Zola Bambi disse hoje que continuam "detidos arbitrariamente" os ativistas que no sábado preparavam a manifestação contra a fome, pobreza e desemprego, em Luanda, pedindo a sua libertação "por não terem cometido qualquer crime".
O jornalista e investigador Carlos Lopes Pereira, nascido em Bissau, defendeu hoje, em Torres Novas, que os movimentos de libertação foram empurrados para a luta armada pela ditadura salazarista, que recusou a proposta de uma negociação pacífica.
Com falta de mão de obra em Portugal, há empresários portugueses que querem contratar trabalhadores angolanos, mas queixam-se das burocracias e da impossibilidade de agendar um pedido de visto sem o apoio de uma teia paralela de intermediários.