Os Serviços Penitenciários angolanos confirmaram que o 'rapper' luso-angolano Luaty Beirão voltou a alimentar-se e a receber visitas dos familiares, terminando o protesto contra a sua transferência para o Hospital-Prisão de São Paulo, em Luanda.
A polícia angolana admite o rapto de cidadãos, para obtenção de resgates, como nova prática criminal que está a afetar a capital, Luanda, fenómeno relacionado com a profunda crise que o país atravessa.
A crise económica angolana tem vindo a dificultar o negócio das construtoras portuguesas e acaba por penalizar as contas das empresas e, muitas delas, continuam no mercado, mas trata-se de uma presença“quase simbólica”, alerta a AICCOPN. Um cenário que contrasta com a realidade vivida há uns anos atrás quando chegavam a faturar quase dois mil milhões de euros.
O "resgate" do Fundo Monetário Internacional (FMI) a Angola, à partida, "não vai nem resolver nem agravar" a crise económica angolana, mas o "mais certo é que a vá agravar", defendeu hoje o antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco.
O Governo e os partidos da esquerda parlamentar enaltecem o trabalho já feito com seis meses de acordos que viabilizaram o executivo socialista, lançando farpas a PSD e CDS-PP mas reconhecendo que há ainda mais por fazer.
O antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco considerou hoje à agência Lusa que a declaração "mirabolante" do ex-vice-primeiro-ministro português Paulo Portas sobre o risco de "judicialização" das relações luso-angolanas constitui uma vontade de "angolanizar a justiça" portuguesa.
Algum sobressalto devem estar a trazer as negociações com o FMI do empréstimo a Angola, uma vez que José Eduardo dos Santos já fez saber que tem dúvidas sobre tal operação.
O Executivo angolano recuou na medida anunciada pelo Governador de Luanda sobre a obrigação de pagamento da taxa pela recolha do lixo, cujos valores se fixavam entre os 500 e os 150 mil kwanzas.
A Igreja Católica angolana pediu hoje "ponderação" à direção da Rádio Ecclesia e à delegação da União Europeia (UE) em Luanda no diferendo envolvendo as duas instituições, falando mesmo em "aproveitamento político" deste caso.
A crise económica e as febres hemorrágicas que assolam a capital angolana, Luanda, vai criando um novo negócio à porta dos hospitais. Um `balão` de sangue pode custar mais de 150 euros, mas o preço é negociável.