Só de trabalhadores portugueses, segundo o Governo de Lisboa, aguardavam por transferência no final de Julho cerca de 160 milhões de euros em salários.
A injeção de divisas pelo Banco Nacional de Angola (BNA) na banca comercial aumentou 45 por cento no espaço de uma semana, para 314,6 milhões de euros, cobrindo nomeadamente necessidades da indústria e do setor petrolífero.
Um grupo privado luxemburguês vai gastar 72,5 milhões de euros para instalar em Angola uma fábrica de derivados de soja, segundo o contrato de investimento a que a Lusa teve acesso.
Em Angola o aumento dos preços dos produtos de primeira necessidade conduziu a sua população a viver um dos piores momentos desde o fim da guerra civil.
O Executivo e seus parceiros estão a concertar ideias, para que nos próximos tempos, a farinha de trigo seja comercializada de forma dirigida aos industriais do sector de panificação e pastelaria, para evitar a subida galopante do preço do pão, anunciou o director do gabinete de Comércio e Indústria do Governo da província de Luanda (GPL).
O dirigente e membro do Comité Central do MPLA, Bento dos Santos Kangamba, disse ontem que as relações entre Angola e Portugal “estão no bom caminho”, elogiando a participação dos maiores partidos portugueses no congresso daquela força política.
Analistas em Luanda consideram que as remodelações efetuadas esta semana, em alguns ministérios do governo angolano, estão relacionadas com a necessidade da manutenção e proteção de interesses pessoais do presidente da República. Para nos falar sobre o assunto, ouvimos Sérgio Calundungo, especialista em projectos de desenvolvimento e Joaquim Nafoia, secretário da UNITA para os direitos humanos.
A empresária angolana Isabel dos Santos, que lidera a petrolífera estatal Sonangol, vai ser presidente da assembleia-geral do Petro de Luanda, um dos clubes mais representativos de Angola.
O equipamento do novo aeroporto internacional de Luanda, em construção nos arredores da capital angolana, vai custar mais de 1,2 mil milhões de euros e será assegurado, também, por uma empresa chinesa.
O Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA) negou na quinta-feira, em Luanda, que a FLEC tenha matado mais 12 soldados numa emboscada, no município de Bucu Zau, na província de Cabinda.